Oficina #4: Monumentos Sonoros de Claudio Bueno

Nos dias 02 e 03 de julho, das 14h30 às 17h30, o artista paulistano Claudio Bueno realiza a oficina #4 desta etapa do Labmovel no Centro Cultural de Heliópolis em São Paulo.

Por meio da criação dos chamados “monumentos sonoros”, a oficina provocará a reflexão poética e crítica em torno da cidade através de um som produzido coletivamente com os moradores da região de Heliópolis. Esta peça sonora será instalada num local específico definido pelo grupo de trabalho e permanecerá após o término da oficina. Ao se aproximar deste local utilizando um aplicativo para celular, internet e GPS, o som começará a tocar.

Neste momento haverá uma sensibilização deste espaço, numa relação forte entre o corpo de quem escuta, a paisagem e o contexto local. Para isso, será utilizada uma plataforma web e uma mobile previamente desenvolvidas pelo artista.

Para mais informações sobre os monumentos desenvolvidos em outras oficinas, acesse

Programação:

Oficina: Monumentos Sonoros
Artista: Claudio Bueno
Local: Centro Cultural de Heliópolis
Endereço: Estrada das Lágrimas, 2385 – São João Clímaco (11) 2083-2203
Público alvo: interessados em geral
Carga horária: 2 dias (aprox. 6 horas)
Dias: 02 e 03 de julho das 14h30 às 17h30
20 vagas
Inscrições no local ou através do email: info@labmovel.net

Equipe Labmovel:
Coordenação Geral: Lucas Bambozzi
Direção Artística: Gisela Domschke
Produção Executiva: Larissa Alves
Registro: Lucas Gervilla
Design/Comunicação Visual: Papaya Madness

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Vídeos das oficinas Espaço em Movimento

Vejas os vídeos das três oficinas do Labmovel no projeto Espaço em Movimento, contemplado pelo edital Espaços Independentes Vinculados às Artes Visuais do ProAC.

Assista ao video da Oficina “Caminhadas” com Fernando Velazquez em Ubatuba

Oficina “Babel Indiscreta”, com Virgínia de Medeiros em Santos.

Oficina “Fotografias Encenadas”, com Bruno Schultze e Mario Ramiro em Campinas.

Oficina #3 de 2014 em Ubatuba

A terceira oficina do Labmovel é Caminhadas e percursos assistidos com GPS, drones e outras traquitanas e será ministrada por Fernando Velázquez. No workshop serão utilizados um drone (aeronave não tripulada assistida por controle remoto), aliado a um telefone celular com gps e a uma câmera portátil GoPro para pensar a ideia de paisagem, geografia e território desde perspectivas inusitadas.

“As pesquisas com drones surgem no âmbito da indústria bélica, mas a atual popularização destes artefatos, devido em parte a cultura do DYI (faça você mesmo), tem aberto um leque de questões que envolvem a técnica, a ética e estética. Iremos nos divertir numa deriva urbana pesquisando formas de captação de vídeo, mapeamentos geográficos pouco comuns, e discutiremos em conjunto uma possível ética por trás destas atividades”, conta Velázques.

Carga horária: 8h (2 dias de 4h cada)
Vagas: 20
Requerimentos do participante: nenhum conhecimento específico
Inscrições: info@labmovel.net

Sobre o artista que vai ministrar a Oficina #3:
Fernando Velázquez é artista multidisciplinar. Suas obras incluem vídeos, instalações e objetos interativos, e performances audiovisuais. Doutorando em Comunicação e semiótica pela PUC-SP, participa de exposições no Brasil e no exterior com destaque para a Emoção Art.ficial Bienal de Arte e Tecnologia (Brasil, 2012), Bienal de Cerveira (Portugal, 2013 e 2011), Mapping Festival (Suíça, 2011), WRO Biennale (Polônia 2011), On_off (Brasil, 2011), Bienal do Mercosul (Brasil, 2009), Bienal de Tessalônica (Grécia, 2009), Bienal Ventosul (2009), e o Pocket Film Festival no Centro Pompidou (Paris, 2007). Obteve dentre outros o Premio Sergio Motta de Arte e Tecnologia (Brasil, 2009), Mídias Locativas Arte.Mov (Brasil, 2008), “2008, Culturas” e o Vida Artificial (ambos na Espanha, 2008). Foi curador do Motomix 2007, Papermind Brasil, Dorkbot São Paulo e do Projeto !wr?. Professor da PUC_SP, vive e trabalha em São Paulo.

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Cena da oficina em Campinas

A primeira oficina, Fotografia Encenada, com os artistas Mario RamiroBruno Schultze, foi um sucesso. Aconteceu neste final de semana, 15 e 16 de fevereiro, no Ponto de Cultura Maluco Beleza em Campinas

Veja mais fotos.

 

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Através de uma cena montada para a fotografia, os participantes encontram uma forma de expressar alguma questão ou problema, ou ainda um comentário sobre algo do seu entorno, de sua vivência, de sua visão de mundo. A fotografia é empregada como um meio para a elaboração de narrativas simbólicas, pessoais e críticas. Esta foi uma ação em conjunto entre o Labmovel e o Ateliê Aberto de Campinas.

Ateliê Aberto, parceiro do Labmovel em Campinas

Conheça o Ateliê Aberto, o parceiro da primeira oficina do ano, que acontece neste final de semana em Campinas (São Paulo).

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Fundado em 1997, o Ateliê Aberto é um organismo auto-gerido e inter-dependente sediado em Campinas  voltado para a cultura contemporânea. Uma plataforma para fomentar a produção e o debate, articular ideias e unir forças, um laboratório permanente para processos colaborativos de criação e convívio. Tem uma produção autoral ao mesmo tempo que idealiza e produz projetos dentro e fora de seu espaço – compondo uma programação contínua de exposições, residências, intervenções urbanas, workshops, conversas e apresentações musicais. Dispõe de uma biblioteca especializada em títulos de arte aberta ao público. Tem portanto três frentes de atuação: é grupo de artistas, espaço cultural e produtora de projetos. É composto por Henrique Lukas,  Maíra Endo e Samantha Moreira, uma equipe composta por profissionais de diferentes áreas de atuação – artes visuais, cinema, gestão cultural e sustentabilidade.

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Já passaram por lá artistas como: Virginia Medeiros, Natasha Marzliak e Giovana Mastromauro, N´Sistas, Cristiano Rosa, Nuvem, Andrea Brandao (Portugal), Antonio Silva e Daniel Acosta, Laboratório Cisco, entre muitos outros.

(As imagens usadas neste post foram tiradas do site do Ateliê Aberto. Duas delas são de trabalhos que já estiveram em exposição)

Novas oficinas do Labmovel

As atividades para este mês de Junho foram pensadas para um público jovem, e tem como tema a “identidade” e o “lúdico”. A programação do Labmovel envolverá 4 oficinas, uma a cada final de semana, espalhadas pela cidade de São Paulo, nos bairros de Paraisópolis, CEU Jaçanã, CEU Formosa, e parque ecológico do Tietê.

A primeira oficina (dia 8) com as artistas Lea van Steen e Raquel Kogan despertarão o olhar dos participantes do CEU Paraisópolis através de objetos do cotidiano em uma oficina de vídeo. Na segunda oficina (dia 16) a artista Paloma Oliveira proporá para os visitantes do CEU Jaçanã a construção de vídeo-projetores DIY com materiais baratos e equipamentos domésticos, que se encontram em desuso. Já a terceira oficina (dia 27), acontecerá no CEU Formosa e investigará de forma poética sobre o que somos na rede ou sobre o que a rede nos diz que somos, com o título de “Identidados” e mediado pela artista Denise Agassi. Para a última oficina (dia 30) a artista Vanessa de Michellis irá usar dados sonoros para propor discussão sobre as possibilidades e aplicações políticas, didáticas, ecológicas, artísticas e musicais da caminhada sonora e da escuta criativa.

oficina 1: Oficina de Vídeo

artista: Lea van Steen & Raquel Kogan
objetivo: Despertar o olhar dos participantes nas práticas áudio-visuais, através de objetos do cotidiano como panelas, espelhos, jarras, água, vidros, relógios, porta-retratos e etc.
data: 08 de Junho das 12 às 16 horas
local: CEU Paraisópolis – Rua Doutor José Augusto Souza e Silva, s/nº – Jardim Parque Morumbi – São Paulo/SP. Tel: (11) 3501-5660

oficina 2: Projetores portáteis DIY

artista: Paloma Oliveira
objetivo: Esta oficina propõe a construção de vídeo-projetores DIY com materiais baratos e equipamentos que se encontram em desuso em sua casa  e no seu bolso.
data: 16 de Junho
local: CEU Jaçanã

oficina 3: Identidados

artista: Denise Agassi
objetivo: Investigação poética sobre o que somos na rede ou sobre o que a rede nos diz que somos
data: 27 de Junho
local: CEU Formosa

oficina 4: Andante: Caminhada sonora e escuta criativa

artista: Vanessa de Michellis
objetivo: Através dos dados sonoros captados discutiremos possibilidades e aplicações políticas, didáticas, ecológicas, artísticas e musicais da caminhada sonora e da escuta criativa.
data: 30 de Junho
local: Parque Ecológico do Tietê