Assista ao video do Labmovel em Belo Horizonte

Assista ao video do labmovel em Belo Horizonte

Confira a agenda do Labmovel no Vivo arte.mov

Dia 01 de Junho, às 16h: Lab tour – Narrative Navigation. Na frente da Biblioteca Mário de Andrade, o tour questiona realidade e ficção por meio de uma navegação e criação colaborativa de narrativas interativas em realidade aumentada pela cidade.

Dia 01 de Junho, às 20h: Palestra – Intervenção e virtualidade, com VJ Pixel (artista residente do Labmóvel)

Dia 01 de Junho, às 19h30: Exposição – Mídias instáveis para lugares instáveis

Dia 01 de Junho, às 20h: Palestra – Mediação e aspectos correlatos no Labmóvel, com Gisela Domschke

Dia 02 de Junho, das 11h às 13h e das 14h às 18h: Fofoque-me, com Radamés Ajna e Thiago Hersan. A proposta da oficina é criar um espaço aberto para discursos acionado por sms. A mensagem é transformada em voz e divulgada num megafone, ao passar por um circuito eletrônico montado com o arduíno.

Inscreva-se nas oficinas aqui.

Roteiro de hoje do labmovel

Hoje o labmovel vai estar no Centro Cultural São Paulo, em frente a entrada do jardim, a partir das 16h. O brasileiro VJ Pixel e o holandês Sander Veenhof, os dois artistas escolhidos para a residência artística do labmovel e do Planet M do NIMk, vão apresentar os projetos You are the Protocol , Narratives e Protocol. Nos vemos lá!

16h-17h: Projeto “You are the Protocol” breve explicação e prática.
17h-17h30: Introdução a Realidade Aumentada por Sander Veenhof
17h30-18h: Apresentação dos Projetos desenvolvidos no Labmovel (Narratives e Protocol) por VJ Pixel
18h-19h: Prática “Narratives”

labmovel na Ilustrada da Folha de SP

Projeto busca fazer arte com celular em São Paulo

Artistas do Labmov vão mapear a cidade a partir de realidade aumentada

Conversas e oficinas com comunidade local vão indicar pontos que devem ter referências captadas pelo celular

DE SÃO PAULO

O artista visual Lucas Bambozzi acredita que um celular não é apenas um aparelho de telefone, ou câmera digital, ou instrumento de navegação pelas redes sociais.

“É uma interface para produzir a mistura do real e do virtual, as duas naturezas da imagem”, define Bambozzi.

Nas mãos dele e da curadora Gisela Domschke, o telefone celular serve de ferramenta para se combinar arte e tecnologia.

As imagens que o aparelho é capaz de captar e processar são a fonte do projeto Labmov, que, a partir de amanhã, coloca literalmente seu carro na rua -uma Kombi transformada para receber os artistas visuais Pixel e Sander Veenhof (leia ao lado).

O veículo vai percorrer São Paulo para mapear a cidade a partir da tecnologia de realidade aumentada, tecnologia que associa certas formas ou objetos previamente definidos a fotos, vídeos ou mensagens poéticas.

Quando o celular é apontado para o ponto onde está uma dessas formas, o conteúdo é instantaneamente exibido na tela do telefone.

“Nosso objetivo é fazer com que obras surjam a partir das localidades por onde passar o Labmov, levando em conta as características de cada local, e também as referências afetivas e artísticas de quem está afastado dos grandes centros culturais”, explica Bambozzi.

É a partir da conversa entre eles e cada comunidade por onde passar a Kombi que serão escolhidos os pontos da cidade que devem entrar para o projeto.

Sander e Pixel também trabalham no desenvolvimento de um software próprio para a “leitura” dos pontos mapeados, que estará disponível para celulares com sistema Android ou iPhone.

Amanhã, o carro estará estacionado na praça da Biblioteca Mário de Andrade (r. da Consolação, 94), a partir das 15h, para uma oficina livre de narrativa aberta.

A programação completa do projeto está disponível no sitewww.labmovel.net(ELISANGELA ROXO)

Matéria da Revista Select sobre o labmovel

Do artista ao articulador

Contemplado no edital de residência do arte.mov na Holanda, VJ pixel fala sobre o LabMovel

Texto: Mariel Zasso

arte.mov põe laboratório de mídias para circular em Kombi e promove intercâmbios de criação

O arte.mov chega a sua sexta edição como o mais expressivo programa voltado à arte e experimentação com, sobre e para mídias móveis no Brasil. Hoje patrocinado pela Vivo, virou ponto de reunião de diversas iniciativas em torno da chamada “cultura da mobilidade”, estimulando a criação, pesquisa, reflexão e difusão da arte em mídias móveis e locativas. Projetos, eventos, colóquios, mostras, exposições e o Festival Vivo arte.mov – o maior e mais importante evento do Brasil no gênero – fazem parte do Programa arte.mov atualmente.

Dentre as iniciativas está o LabMovel, que disponibiliza um laboratório de mídias móveis para a produção de residências de arte, workshops e eventos culturais, aliado a um programa de residência que este ano juntou um brasileiro e um holandês para colaborarem em um projeto artístico.

Um importante diferencial, segundo uma das coordenadoras do projeto, Gisela Domschke, é que “o LabMovel, apesar de ser um programa de residência artística, é um dos poucos a estender as oportunidades para além das fronteiras delimitadas, envolvendo pessoas com diferentes processos de criação dentro do campo da cultura digital.”

Residências nômades

VJ pixel é o brasileiro contemplado com a residência LabMovel por seu projeto Jandig (quea seLeCt já mostrou aqui). Recém-chegado da temporada de um mês na Holanda, ele contou um pouco da sua experiência como residente do Arte.mov, e da dificuldade de limitar as fronteiras das quais Gisela fala no seu próprio processo de criação de uma identidade como midiartista.

Neste domingo, o holandês Sander Veerhof chega ao Brasil para continuar o trabalhojunto a pixel em um laboratório móvel bem original.