Workshop Internacional de Realidade Aumentada com Sander Veenhof

artista e programador holandês Sander Veenhof, um dos papas da realidade aumentada, irá ministrar um workshop gratuito no iai? (Instituto de Artes Interativas) nesta quinta-feira a partir das 19:30h.

A realidade aumentada está se consolidando como uma importante ferramenta em diversas áreas da sociedade e é uma tendência na área de aplicativos.

Sander Veenhof, pesquisador e pioneiro em RA, faz parte do grupo ManifestAR que promoveu a “instalação” de obras em realidade aumentada na Bienal de Veneza, no New York Museum of Modern Art (MOMA), realizou o primeiro flash mob de realidade aumentada no mundo e palestrou em eventos como TEDEX.

http://www.youtube.com/watch?v=o5ytMm9OK2o&feature=player_embedded

Sander foi um dos selecionados para participar da residência no Brasil
do labmovel. O workshop será ministrado no idioma inglês.

Workshop Internacional Realidade Aumentada
Sander Veenhof
Local: iai? – Rua Amauri, 352 – São Paulo/SP
(www.iai.art.br)
Data: 19/04/2012
Horario:19:30
Quanto: Gratuito
Idioma: Inglês
Vagas limitadas: 25

Para garantir sua vaga, ligue para: 11 3071-4017

Site do Sander Veenhof

Fonte: http://iai.art.br/radar/

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Sábado no CCSP

O labmovel vai estar neste sábado (21) no Centro Cultural São Paulo, em frente a entrada do jardim.

16h-17h: Projeto “You are the Protocol” breve explicação e prática.
17h-17h30: Introdução a Realidade Aumentada por Sander Veenhof
17h30-18h: Apresentação dos Projetos desenvolvidos no Labmovel (Narratives e Protocol) por VJ Pixel
18h-19h: Prática “Narratives”

O Centro Cultural São Paulo fica na Rua Vergueiro 1000, São Paulo, SP.

labmovel na Ilustrada da Folha de SP

Projeto busca fazer arte com celular em São Paulo

Artistas do Labmov vão mapear a cidade a partir de realidade aumentada

Conversas e oficinas com comunidade local vão indicar pontos que devem ter referências captadas pelo celular

DE SÃO PAULO

O artista visual Lucas Bambozzi acredita que um celular não é apenas um aparelho de telefone, ou câmera digital, ou instrumento de navegação pelas redes sociais.

“É uma interface para produzir a mistura do real e do virtual, as duas naturezas da imagem”, define Bambozzi.

Nas mãos dele e da curadora Gisela Domschke, o telefone celular serve de ferramenta para se combinar arte e tecnologia.

As imagens que o aparelho é capaz de captar e processar são a fonte do projeto Labmov, que, a partir de amanhã, coloca literalmente seu carro na rua -uma Kombi transformada para receber os artistas visuais Pixel e Sander Veenhof (leia ao lado).

O veículo vai percorrer São Paulo para mapear a cidade a partir da tecnologia de realidade aumentada, tecnologia que associa certas formas ou objetos previamente definidos a fotos, vídeos ou mensagens poéticas.

Quando o celular é apontado para o ponto onde está uma dessas formas, o conteúdo é instantaneamente exibido na tela do telefone.

“Nosso objetivo é fazer com que obras surjam a partir das localidades por onde passar o Labmov, levando em conta as características de cada local, e também as referências afetivas e artísticas de quem está afastado dos grandes centros culturais”, explica Bambozzi.

É a partir da conversa entre eles e cada comunidade por onde passar a Kombi que serão escolhidos os pontos da cidade que devem entrar para o projeto.

Sander e Pixel também trabalham no desenvolvimento de um software próprio para a “leitura” dos pontos mapeados, que estará disponível para celulares com sistema Android ou iPhone.

Amanhã, o carro estará estacionado na praça da Biblioteca Mário de Andrade (r. da Consolação, 94), a partir das 15h, para uma oficina livre de narrativa aberta.

A programação completa do projeto está disponível no sitewww.labmovel.net(ELISANGELA ROXO)

Matéria da Revista Select sobre o labmovel

Do artista ao articulador

Contemplado no edital de residência do arte.mov na Holanda, VJ pixel fala sobre o LabMovel

Texto: Mariel Zasso

arte.mov põe laboratório de mídias para circular em Kombi e promove intercâmbios de criação

O arte.mov chega a sua sexta edição como o mais expressivo programa voltado à arte e experimentação com, sobre e para mídias móveis no Brasil. Hoje patrocinado pela Vivo, virou ponto de reunião de diversas iniciativas em torno da chamada “cultura da mobilidade”, estimulando a criação, pesquisa, reflexão e difusão da arte em mídias móveis e locativas. Projetos, eventos, colóquios, mostras, exposições e o Festival Vivo arte.mov – o maior e mais importante evento do Brasil no gênero – fazem parte do Programa arte.mov atualmente.

Dentre as iniciativas está o LabMovel, que disponibiliza um laboratório de mídias móveis para a produção de residências de arte, workshops e eventos culturais, aliado a um programa de residência que este ano juntou um brasileiro e um holandês para colaborarem em um projeto artístico.

Um importante diferencial, segundo uma das coordenadoras do projeto, Gisela Domschke, é que “o LabMovel, apesar de ser um programa de residência artística, é um dos poucos a estender as oportunidades para além das fronteiras delimitadas, envolvendo pessoas com diferentes processos de criação dentro do campo da cultura digital.”

Residências nômades

VJ pixel é o brasileiro contemplado com a residência LabMovel por seu projeto Jandig (quea seLeCt já mostrou aqui). Recém-chegado da temporada de um mês na Holanda, ele contou um pouco da sua experiência como residente do Arte.mov, e da dificuldade de limitar as fronteiras das quais Gisela fala no seu próprio processo de criação de uma identidade como midiartista.

Neste domingo, o holandês Sander Veerhof chega ao Brasil para continuar o trabalhojunto a pixel em um laboratório móvel bem original.

labmovel: abril

No mês de  Abril, o  labmovel vai servir de plaaforma para o projeto de residência de dois artistas que têm pesquisas sobre Realidade Aumentada, o brasileiro Pixel e o holandês Sander Veenhof.  Ambos vão explorar regiões da cidade não habituadas a receber eventos artísticos. Esta residência é o resultado de uma parceria do  labmovel  com o Vivo Arte.mov e o instituto holandês NIMk.

LabMovel 05

Conheça o Jandig

O Jandig é um projeto colaborativo de arte digital que propõe a criação de uma Zona Autônoma Temporária (TAZ) por onde passa, fazendo a abertura de janelas no mundo real, através das quais é possível observar criações digitais. Por meio da tecnologia de realidade aumentada, cada uma dessas janelas apresenta uma obra, algumas digitais e outras digitalizadas, que o público pode enxergar utilizando seus próprios dispositivos móveis.

Para enxergar, o público deve apontar seus dispositivos móveis (como celulares e tablets) para os marcadores, para que uma aplicação apropriada faça a leitura dos mesmos.

Essa aplicação, também denominada Jandig, está disponível para download online e pode ser acessada de diversas formas. A ideia é que seja possível “viralizar” os marcadores em exposições temporárias (realizadas em eventos, por exemplo) ou permanentes, deixando rastros e proporcionando interações entre os participantes.